Muitas pacientes quando chegam na primeira consulta me dizem:
“Doutor, quero colocar uma prótese de 275ml igual a da minha amiga!”
Mas no mundo do silicone existem diversas variações de projeção referente a um só volume.
Para o mesmo volume temos projeções diferentes. Quanto maior a projeção, mais estreita a prótese e mais a mama vai “para frente”.
Então o ideal para cada paciente é escolher junto com seu cirurgião plástico a melhor opção que atenda seus desejos e que se encaixe nas suas mamas!
Cada corpo é único, cada mama é única!


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O artigo toca em um ponto fundamental da consulta pré-operatória na mamoplastia de aumento, a tendência das pacientes em focar em um volume numérico específico, como os “275ml” mencionados, desconsiderando a complexidade da interação entre o implante e a anatomia individual. É essencial reforçar que o volume é apenas um dos parâmetros. A discussão sobre a projeção é acertadíssima; para um mesmo volume, a variação no *perfil do implante* (baixo, moderado, alto, extra-alto) determina diretamente a largura da base da prótese e sua projeção anterior, afetando significativamente o *footprint* mamário sobre o gradil costal e o resultado tridimensional.
A afirmação de que “cada corpo é único” é a pedra angular para uma escolha bem-sucedida. A seleção do implante ideal transcende o desejo de um volume arbitrário e exige uma análise meticulosa da largura da base mamária existente, da espessura do panículo adiposo e glandular, da elasticidade do envelope cutâneo e da morfologia torácica (simetrias e assimetrias). O objetivo é alcançar uma proporcionalidade estética que se harmonize com o biotipo da paciente, mitigando potenciais intercorrências como o *rippling* visível ou o *bottoming out*, e assegurando um resultado natural e duradouro que respeite a individualidade anatômica.
Concordo plenamente com o que foi exposto.
O artigo acerta ao destacar que o volume, como os citados “275ml”, é apenas um dos parâmetros, e a projeção é fundamental. É crucial, de fato, considerar como os diferentes perfis (moderado, alto, extra-alto) para um mesmo volume impactam diretamente a largura da base da prótese e, consequentemente, a cobertura tecidual e a proporção da caixa torácica.
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O artigo toca num ponto de atrito muito real na consulta pré-cirúrgica: a fixação em volumes numéricos, como os “275ml da amiga”, em vez de focar na projeção e na adaptação ao biotipo. Contudo, me pergunto se a recomendação de “escolher junto com seu cirurgião plástico” resolve a raiz do problema. A dificuldade de visualização é enorme. O paciente precisa de ferramentas que transcendam a simples conversa para entender de verdade como a projeção vai impactar o resultado final. Se o problema é a paciente focar no volume e não na forma, a solução não deveria passar por métodos mais concretos de simulação (como 3D ou sizers) para demonstrar as variações que o texto menciona, em vez de só reforçar o mantra de que “cada corpo é único”?
É fácil concordar que a projeção faz a diferença e que o volume nominal é enganoso. Mas, na prática, o que exatamente o artigo sugere que o paciente deve procurar para além de simplesmente confiar no cirurgião? O texto menciona que, para o mesmo volume, a projeção muda, e que “quanto maior a projeção, mais estreita a prótese”. Essa correlação é vital, mas para um leigo, ela ainda é muito abstrata. Talvez o artigo pudesse aprofundar um pouco mais em como o paciente pode começar a pensar em termos de “largura da base da mama” versus “projeção” para tomar uma decisão informada, em vez de apenas desmistificar a métrica dos mililitros. Parece que a discussão parou na constatação do problema sem oferecer uma alternativa prática para a decisão do paciente.
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Excelente ponto sobre a variação de projeção para o mesmo volume. Essa ideia de que ‘cada corpo é único’ é fundamental, pois muitas se fixam nos ‘275ml da amiga’ sem considerar como a projeção vai impactar o resultado final e a adaptação à própria mama.
Vou colocar essas dicas em prática!
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A abordagem sobre a projeção das próteses é fundamental e bem pontuada ao desmistificar o pedido por um volume específico, como os “275ml”. É crucial entender que, para o mesmo volume, a escolha do perfil — se moderado, alto ou extra alto — determina não apenas o quanto a mama “vai para frente”, mas principalmente o diâmetro da base do implante. Essa relação direta entre projeção e diâmetro é vital para um encaixe anatômico que respeite a largura da base mamária da paciente e evite um resultado com aspecto de “bolha” ou uma desproporção. Seria válido complementar a discussão abordando como a viscoelasticidade do gel e o tipo de cobertura (texturizada, poliuretano) podem influenciar a estabilidade posicional e a percepção da projeção a longo prazo, aspectos igualmente importantes na busca pelo resultado ideal e na durabilidade do implante.
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Poxa, muito boa essa sua colocação! É exatamente o que a gente ouve por aí, tipo “quero 275ml igual da minha amiga!”, né? Mas o mais legal é vc explicar que pra um mesmo volume, tipo esse de 275ml, a projeção muda tudo. Fico pensando como isso realmente faz a diferença de a mama ir mais “pra frente” ou não, conforme o artigo disse. Com certeza, cada corpo é único e a conversa com o cirurgião é essencial pra acertar em cheio! 👍
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É pertinente a observação sobre as variações de projeção para um mesmo volume, algo que nem sempre é evidente para quem busca a cirurgia. Contudo, me pergunto se a escolha “junto com seu cirurgião” realmente garante o “ideal”, visto que os “desejos” da paciente podem ser fortemente moldados por tendências ou referências externas, para além do que se “encaixa” individualmente em seu corpo.
É interessante como o texto ressalta a importância da projeção em contraste com o volume, desmistificando a ideia de que o número em mililitros é o único fator relevante na escolha do implante. No entanto, quando o artigo menciona que muitas pacientes buscam uma prótese “igual a da minha amiga”, me pergunto se o desejo delas é realmente só uma confusão técnica sobre o volume. Talvez a busca por essa referência seja mais sobre ter uma expectativa visual do resultado que elas admiram, em vez de focar apenas no número. A individualidade de cada mama é inegável, mas o artigo foca muito na métrica técnica da prótese e pouco na gestão de expectativas e referências visuais que a paciente traz para a consulta.
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O artigo toca num ponto muito importante ao desmistificar a ideia de que um volume específico, como os “275ml igual a da minha amiga”, é o único fator a ser considerado. É crucial destacar que “no mundo do silicone existem diversas variações de projeção referente a um só volume”. Contudo, fica a dúvida: como o cirurgião plástico traduz essa complexidade na prática durante a consulta? O texto menciona que “quanto maior a projeção, mais estreita a prótese e mais a mama vai ‘para frente'”, mas seria valioso entender quais são as principais categorias de projeção e como o paciente pode realmente visualizar ou ter uma noção mais concreta dessas diferenças, já que a descrição verbal pode ser um pouco abstrata para quem não está acostumado com a terminologia.
A afirmação de que “cada corpo é único, cada mama é única” e que a escolha deve ser feita “junto com seu cirurgião plástico” é inegavelmente o caminho certo. Mas, para além da projeção e do volume, que outros aspectos fundamentais são abordados para garantir a “melhor opção” para a paciente? Seria interessante explorar se outros fatores, como o diâmetro da base do implante, o tipo de superfície (texturizada, lisa), a forma (redonda ou anatômica) e até mesmo a escolha do plano de inserção (subglandular, submuscular), também são amplamente discutidos. Parece que a projeção é uma peça chave, mas talvez haja mais componentes importantes para uma decisão verdadeiramente informada e personalizada.
Eu amei esse texto porque ele aborda o exato dilema que muitas de nós enfrentamos na fase de pesquisa pré-cirúrgica! É muito fácil focar apenas no número de mililitros porque é a única coisa que a gente consegue comparar com as amigas. Quando o artigo menciona a frase “quero colocar uma prótese de 275ml igual a da minha amiga!”, eu me identifiquei na hora. Eu mesma cheguei na consulta com um volume em mente, mas o cirurgião me mostrou que, por causa da minha estrutura corporal e da largura da minha base mamária, o que eu precisava era de uma prótese de projeção diferente.
Essa parte sobre a projeção (“Quanto maior a projeção, mais estreita a prótese e mais a mama vai ‘para frente'”) é a chave para a harmonia do resultado final. Não basta escolher um volume que nos agrada; é fundamental entender como essa prótese vai se encaixar no nosso tórax individualmente. O “cada corpo é único” significa que a prótese ideal não é a que tem o volume certo, mas sim a que tem a projeção e largura ideais para a nossa anatomia, garantindo que o resultado seja proporcional e natural, e não apenas um volume genérico. A consulta se torna uma aula de proporção, o que é muito empolgante.
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A ênfase na dissociação entre volume nominal e projeção é crucial. Como o artigo menciona, a escolha da prótese não se limita apenas aos mililitros, mas ao perfil (low, moderate, high/ultra-high profile), que define a largura da base e a projeção anterior da mama. Essa relação inversa (“Quanto maior a projeção, mais estreita a prótese”) é o fator anatômico limitante primário. A paciente que busca um volume específico (ex: 275ml) sem considerar a projeção pode negligenciar o fato de que a base mamária deve ser compatível com o implante para evitar distorções no polo inferior ou excesso de projeção centralizada. A avaliação da largura do tórax e do envelope de tecido mole (pinch test) é essencial para garantir que a escolha estética não comprometa a adequação anatômica.
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O ponto levantado no artigo sobre a expectativa das pacientes versus a realidade das variações de projeção para um mesmo volume de implante é crucial para a educação pré-operatória. A premissa de que “para o mesmo volume temos projeções diferentes” destaca a importância de se considerar o perfil do implante (alto, moderado, baixo) e seu diâmetro de base em relação à largura do sulco mamário e ao tecido mamário preexistente da paciente. Um implante com alta projeção, por exemplo, concentrará o volume no polo anterior, sendo ideal para um tórax mais estreito, mas exige uma análise detalhada da elasticidade tegumentar para evitar um resultado artificial ou bordas palpáveis. Como o cirurgião quantifica a capacidade do envelope cutâneo e do volume glandular remanescente para modular a escolha entre projeção e largura, buscando um contorno natural e harmonioso?
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Nota 10!
O artigo aborda com grande relevância uma questão primordial na cirurgia plástica mamária, evidenciando a comum demanda de pacientes que chegam com uma referência pré-determinada, como “quero colocar uma prótese de 275ml igual a da minha amiga!”. A imediata elucidação de que “no mundo do silicone existem diversas variações de projeção referente a um só volume” é fundamental para desmistificar a escolha baseada unicamente em numerais de volume, introduzindo a complexidade necessária ao tema.
A explicação detalhada sobre a relação entre projeção e formato da mama — “quanto maior a projeção, mais estreita a prótese e mais a mama vai ‘para frente'” — é um ponto técnico de suma importância. Tal esclarecimento enfatiza que o resultado estético desejado não depende exclusivamente do volume, mas também da arquitetura da prótese em relação à anatomia individual. Essa nuance é vital para que as pacientes compreendam a influência de cada parâmetro na obtenção de um contorno mamário harmonioso e natural.
Portanto, a assertiva conclusão de que “o ideal para cada paciente é escolher junto com seu cirurgião plástico a melhor opção que atenda seus desejos e que se encaixe nas suas mamas” ressalta a imprescindibilidade da consulta especializada. Ao reforçar que “Cada corpo é único, cada mama é única!”, o texto consolida a mensagem da personalização e da expertise profissional como pilares para uma decisão informada e que verdadeiramente contemple as particularidades de cada indivíduo, garantindo um resultado satisfatório e seguro.
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