Sim!
A Bichectomia (redução das bochechas) é o procedimento cirúrgico que visa remover as bolas de Bichat (bolsas de tecido adiposo que todos temos nas bochechas).
É uma cirurgia minimamente invasiva, com anestesia local e pós-operatório fácil, com resultados permanentes e sem cicatrizes externas.
Contudo, vale um alerta, se a paciente não tem rosto excessivamente arredondado: no curto prazo pode ser eficaz para marcar mais as maçãs do rosto, mas em longo prazo pode causar uma aparência de envelhecimento precoce.
Então, converse com seu cirurgião plástico sobre a realização e se há outro procedimento melhor indicado para as feições do seu rosto.
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O artigo detalha de forma clara a Bichectomia como uma solução para “bochechas grandes”, destacando que é um procedimento “minimamente invasivo”, com “anestesia local” e “pós-operatório fácil”, além de resultados permanentes. No entanto, o alerta sobre o risco de “aparência de envelhecimento precoce” em longo prazo para quem não tem um rosto “excessivamente arredondado” é crucial e me faz questionar. Se há uma possibilidade tão significativa de arrependimento futuro, até que ponto a busca por “marcar mais as maçãs do rosto” no curto prazo compensa esse potencial efeito indesejável, especialmente para quem não possui realmente um volume facial exagerado?
A preocupação com o envelhecimento precoce, levantada pelo próprio texto, sugere que um rosto com um pouco mais de volume pode, na verdade, ser um trunfo com o passar dos anos, ajudando a manter uma aparência mais jovem. Seria interessante ponderar se a busca por essa definição mais acentuada não estaria, por vezes, indo contra a própria natureza do envelhecimento e da sustentação facial. Talvez, antes de pensar na bichectomia ou em “outro procedimento melhor indicado”, valha a pena uma reflexão mais profunda sobre a aceitação das feições naturais e as expectativas realistas a longo prazo, buscando um profissional que priorize a harmonia facial em todas as fases da vida, e não apenas uma tendência momentânea.
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É interessante ler sobre a Bichectomia e a descrição do artigo como um procedimento “minimamente invasiva, com anestesia local e pós-operatório fácil”. No entanto, essas características me levam a questionar um pouco. O que exatamente define um pós-operatório como “fácil” na prática? Mesmo em procedimentos considerados minimamente invasivos, sempre há o potencial para desconforto, inchaço ou outras intercorrências que nem sempre são tão “fáceis” para o paciente. E sobre os “resultados permanentes”, gostaria de entender se essa permanência se sustenta inalterada ao longo de muitas décadas, considerando as mudanças naturais do envelhecimento facial e variações de peso que todos enfrentamos.
O alerta do artigo é, sem dúvida, o ponto mais crucial, ao mencionar que, em longo prazo, a cirurgia “pode causar uma aparência de envelhecimento precoce” caso a paciente não tenha um rosto “excessivamente arredondado”. Gostaria de saber se existem parâmetros mais objetivos ou medidas para definir o que seria um rosto “excessivamente arredondado”, já que essa percepção pode ser bastante subjetiva. Seria muito útil ter acesso a estudos ou dados que quantifiquem a probabilidade desse envelhecimento precoce e quais são os fatores de risco envolvidos. Essa informação é vital para uma decisão verdadeiramente informada, especialmente para algo com resultados permanentes.
Por fim, o texto corretamente sugere “conversar com seu cirurgião plástico sobre a realização e se há outro procedimento melhor indicado”. Contudo, o artigo poderia expandir um pouco sobre quais seriam esses “outros procedimentos”. Para quem busca apenas “marcar mais as maçãs do rosto”, como o próprio artigo menciona, talvez existam opções menos invasivas ou não cirúrgicas que poderiam oferecer resultados satisfatórios com menores riscos a longo prazo. É fundamental que a discussão abranja um leque mais amplo de possibilidades e não apenas o foco cirúrgico, permitindo que os pacientes comparem todas as alternativas.
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Poxa, que legal saber mais sobre a Bichectomia! Sempre ouvi falar, mas não sabia que era um procedimento tão simples, com anestesia local e sem cicatrizes externas, né? O alerta sobre o envelhecimento precoce é super importante 🚨, tipo, se vc não tem o rosto excessivamente arredondado, pode acabar se arrependendo no futuro. Por isso, a dica de conversar bem com o cirurgião e ver se tem algo melhor pras suas feições é essencial. Valeu demais pela informação, deu pra pensar melhor!
Os exemplos utilizados facilitaram muito o entendimento.
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Que máximo saber que a Bichectomia é um procedimento minimamente invasivo, com anestesia local e pós-operatório tranquilo, algo que me chamou muita atenção por pensar em minhas bochechas mais cheinhas! É muito bom ver também o alerta que o artigo faz sobre o envelhecimento precoce a longo prazo para quem não tem o rosto excessivamente arredondado, isso reforça a importância de conversar com o cirurgião. Sensacional!
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Concordo plenamente com o que foi exposto.
Gente, que demais ler sobre a Bichectomia! É um assunto que sempre me pegou, sabe? Vivo com essa impressão de ter o rosto meio redondinho demais, e a ideia de “marcar mais as maçãs do rosto” como o artigo menciona é super atraente! Saber que a gente tem essas “bolas de Bichat” e que remover é um procedimento “minimamente invasivo, com anestesia local e pós-operatório fácil” é muito animador para quem sonha com um contorno facial mais definido. Já tinha ouvido falar, mas entender que é algo permanente e sem cicatrizes externas é um super plus!
Mas o artigo é muito certeiro em trazer aquele alerta crucial, né? Fiquei pensando muito na parte de que, se o rosto não for “excessivamente arredondado”, no longo prazo pode causar uma aparência de “envelhecimento precoce”. Isso é algo que definitivamente muda a perspectiva e reforça a importância de realmente “conversar com seu cirurgião plástico” para ver se é o ideal para o meu tipo de rosto. Adorei a dica de procurar outro procedimento, se for o caso! Fico super empolgada com a possibilidade de um rosto mais harmonioso, mas com toda a segurança e informação. Já vou agendar minha consulta pra entender melhor!
Parabéns! 🎯 Post relevante.
Muito bom! Informações precisas.
Que máximo esse artigo sobre a Bichectomia! Sempre tive uma curiosidade enorme sobre esse procedimento e adorei a clareza com que vocês explicaram. É super empolgante saber que a redução das bochechas, ou seja, a remoção das famosas bolas de Bichat, é uma cirurgia minimamente invasiva, com anestesia local e um pós-operatório fácil, além de oferecer resultados permanentes e sem cicatrizes externas. Isso realmente tira um peso das costas de quem pensa na possibilidade!
Eu mesma, por ter o rosto um pouco mais arredondado, já me peguei imaginando como seria ter as maçãs do rosto mais definidas. Por isso, achei muito valioso o alerta que vocês trouxeram: “se a paciente não tem rosto excessivamente arredondado: no curto prazo pode ser eficaz para marcar mais as maçãs do rosto, mas em longo prazo pode causar uma aparência de envelhecimento precoce”. É um ponto crucial para ponderar, afinal, a gente busca uma melhora, não um problema futuro!
No fim das contas, a possibilidade de alcançar uma harmonização facial tão desejada é muito atraente. E a dica final é a mais importante: “converse com seu cirurgião plástico sobre a realização e se há outro procedimento melhor indicado para as feições do seu rosto”. É fundamental ter essa orientação profissional. Adorei a chamada para “Marque uma consulta!”, porque é o caminho certo para uma decisão consciente e segura!
Eu acho o máximo que a bichectomia seja um procedimento minimamente invasivo, como o artigo descreve, e com resultados permanentes para quem se incomoda de verdade com o formato do rosto! Saber que dá para marcar mais as maçãs do rosto com essa cirurgia é super empolgante, mesmo que o alerta sobre o envelhecimento precoce reforce a importância de uma boa avaliação médica. Adorei a ideia de ter um contorno facial mais definido!
Muito esclarecedor! O tema foi abordado de forma profissional e completa. Tirou várias dúvidas que eu tinha. Excelente!
Poxa, que legal saber mais sobre essa bichectomia, né? É um procedimento que tá super em alta. O artigo explica direitinho que ele remove as Bolas de Bichat pra afinar o rosto, e o melhor é que o pós-operatório é fácil e os resultados são permanentes. Pra quem se incomoda muito com o rosto redondo, parece uma solução bem direta pra marcar mais as maçãs do rosto.
Mas a parte que me chamou mais atenção foi o alerta sobre o risco de envelhecimento precoce pra quem não tem o rosto “excessivamente arredondado”. Muita gente só pensa no “agora” e quer o rosto mais fino, mas não para pra pensar no longo prazo. O conselho de conversar com um cirurgião pra ver se é a melhor opção pra vc faz total sentido. Não vale a pena trocar uma bochecha de hoje por um rosto com aparência de mais velho amanhã, né? Melhor ter certeza antes de fazer. 😉
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Achei o artigo bem direto ao ponto em explicar o que é a Bichectomia e o que ela visa resolver, a remoção das “bolas de Bichat”. É legal ver que o procedimento é descrito como minimamente invasivo, com recuperação relativamente simples e resultados permanentes, sem cicatrizes visíveis. Isso já ajuda a desmistificar um pouco a cirurgia para quem não conhece.
No entanto, o ponto mais importante e valioso que o artigo trouxe, na minha opinião, é o alerta sobre o risco de envelhecimento precoce, caso a paciente não tenha um rosto excessivamente arredondado. Essa ressalva é fundamental e mostra a responsabilidade do conteúdo, reforçando a importância de conversar a fundo com um cirurgião plástico para avaliar se a Bichectomia é realmente a melhor opção para as feições individuais, ou se outro procedimento seria mais adequado. É um lembrete crucial para não agir por impulso.
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O artigo explica de forma direta o que é a Bichectomia, focando na remoção das bolas de Bichat para afinar o rosto. Contudo, o ponto mais importante é o alerta sobre o efeito a longo prazo: apesar de marcar as maçãs no curto prazo, pode acelerar a aparência de envelhecimento e murchar o rosto. É essencial que a paciente converse com o cirurgião, pois o risco de arrependimento futuro parece alto se o rosto não for excessivamente arredondado.
O artigo acerta ao alertar sobre o risco de envelhecimento precoce, pois a bichectomia deve ser vista com cautela em pacientes jovens sem sobrecarga adiposa significativa. A remoção do coxim adiposo de Bichat, embora efetiva para definir o contorno mandibular, pode comprometer o suporte volumétrico da região malar e submalar. Com a atrofia natural dos tecidos moles que ocorre com o avanço da idade, a ausência desse volume adiposo central pode levar a um aspecto de “hollow cheeks” e acentuar o sulco nasogeniano, indo na contramão de procedimentos que visam a reposição volumétrica para rejuvenescer.
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O artigo discorre de maneira bastante elucidativa sobre o procedimento de Bichectomia, visando a redução das bochechas por meio da remoção das bolas de Bichat. Os pontos positivos destacados, como a natureza minimamente invasiva, a utilização de anestesia local, o pós-operatório considerado fácil, além dos resultados permanentes e da ausência de cicatrizes externas, são aspectos que certamente despertam o interesse. Essas características, quando consideradas isoladamente, podem tornar a Bichectomia uma opção bastante atraente para aqueles que buscam uma maior definição facial e o realce das maçãs do rosto.
É, todavia, no alerta contido no conteúdo que reside a ponderação mais significativa. A advertência sobre o potencial risco de uma “aparência de envelhecimento precoce” no “longo prazo”, particularmente para pacientes cujas feições não são excessivamente arredondadas, sublinha a complexidade da decisão. Este ponto crucial reforça a imprescindibilidade de uma consulta detalhada com um cirurgião plástico qualificado, tal como o artigo propõe, a fim de avaliar a real indicação do procedimento, bem como considerar “outro procedimento melhor indicado para as feições do seu rosto”, assegurando que a escolha promova a harmonia facial e a satisfação duradoura do paciente.
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O artigo aborda de forma concisa a Bichectomia, descrevendo-a como um procedimento cirúrgico para a remoção das bolas de Bichat, visando a redução do volume das bochechas. A caracterizacao de ser minimamente invasiva, com anestesia local, pos-operatorio facil e resultados permanentes sem cicatrizes externas, de fato, destaca aspectos tecnicos que a tornam atrativa. Contudo, e crucial lembrar que, embora tecnicamente simples em sua execucao, a precisao cirurgica e o conhecimento anatomico da regiao sao mandatorios para evitar lesoes a estruturas adjacentes importantes, como os ramos do nervo facial e o ducto parotideo. A permanencia do resultado exige uma indicacao criteriosa, pois a gordura bucal e um componente estrutural relevante da face.
A ressalva apresentada, sobre o risco de “aparencia de envelhecimento precoce” em pacientes sem rosto “excessivamente arredondado”, e o ponto mais critico do texto e merece aprofundamento. A bola de Bichat, por ser uma estrutura de gordura profunda, desempenha um papel de suporte volumetrico facial. Sua remocao excessiva ou em faces que ja possuem um grau de esqueletizacao pode acelerar a percepcao de deflacão facial, um dos estigmas do envelhecimento. Com o tempo, a perda natural de colageno, elastina e gordura subcutanea, somada a atrofia ossea e muscular, agrava o esvaziamento da regiao malar e submalar, potencializando sulcos e a marcacao de areas que deveriam ter volume, como o ‘hollowing’ das temporas e bochechas. Este é um equilibrio delicado entre contorno e volume que deve ser sempre ponderado.
Portanto, a recomendacao final de “conversar com seu cirurgiao plastico” e discutir “se ha outro procedimento melhor indicado” e fundamental e valida. Uma avaliacao pre-operatoria detalhada deve incluir nao apenas a analise da proporcao facial atual, mas tambem uma projecao das alteracoes que ocorrem com o envelhecimento. Em muitos casos, outras abordagens para o contorno facial, como a lipoenxertia, preenchimentos com acido hialuronico ou o uso de bioestimuladores, podem oferecer resultados mais harmonicos e menos suscetiveis a efeitos indesejados a longo prazo, preservando o volume facial de forma mais controlada. O objetivo primordial deve ser sempre a harmonia estetica e a longevidade do resultado, priorizando a saude e a beleza natural do paciente.
O artigo levanta um ponto crucial ao alertar sobre o potencial “envelhecimento precoce” em pacientes sem rosto excessivamente arredondado. A remoção das bolas de Bichat (bolsas de gordura bucal) altera a estrutura de sustentação facial; embora a curto prazo resulte em maior definição das maçãs do rosto, a médio e longo prazo, a deflação de volume pode acentuar a flacidez e o aspecto encovado da face, especialmente após os 40 anos, quando a perda de colágeno e a reabsorção óssea natural se tornam mais evidentes.
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O artigo aborda de forma clara a Bichectomia como um procedimento de remoção das bolas de Bichat, estruturas de tecido adiposo que contribuem para o volume facial. A caracterização como “minimamente invasiva”, realizada sob “anestesia local” e com “pós-operatório fácil”, é consistente com a prática. No entanto, é fundamental considerar que, embora seja uma recuperação relativamente simples, o “fácil” pode subestimar a necessidade de manejo de edema e equimose, além da adesão a protocolos de compressão e dieta líquida ou pastosa nos primeiros dias, essenciais para otimizar os “resultados permanentes e sem cicatrizes externas” mencionados.
O alerta crucial sobre o risco de “aparência de envelhecimento precoce”, especialmente para pacientes que não apresentam um rosto “excessivamente arredondado”, é de suma importância e demonstra uma compreensão profunda das dinâmicas do envelhecimento facial. A perda natural de volume adiposo subcutâneo ao longo dos anos, somada à remoção das bolas de Bichat, pode levar a uma depressão acentuada na região média da face, conferindo um aspecto mais esqueletizado ou “sunken-in look” que pode inclusive afetar a sustentação de outros tecidos. A recomendação de “conversar com seu cirurgião plástico” para avaliar a indicação e “se há outro procedimento melhor indicado” é, portanto, indispensável, envolvendo uma análise criteriosa da estrutura óssea facial, da qualidade da pele e do vetor de envelhecimento individual. Quais seriam os critérios objetivos para essa diferenciação entre um “rosto excessivamente arredondado” e um caso limítrofe onde o benefício de curto prazo não justifique o risco a longo prazo?
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