Sim!
Com as técnicas de remodelamento glandular e remoção de pele (com cicatriz resultante em T invertido) podemos redistribuir o volume mamário, melhorar o contorno, e, principalmente, elevar todo complexo mamário junto com as aréolas!
Normalmente, como reduzimos parte do volume que apresenta caimento mais importante, além de bastante redução de pele, acabamos por reduzir um pouco o volume final!
Essa questão é sempre discutida com a paciente, podendo-se preservar mais ou reduzir mais o volume das mamas, associando o procedimento ao Lifting!!
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Olá! Achei muito interessante este artigo sobre mastopexia sem prótese. É ótimo ver a confirmação de que sim, é possível realizar o procedimento usando as técnicas de remodelamento glandular e remoção de pele para elevar todo o complexo mamário. A menção da cicatriz em T invertido e de como o volume é redistribuído para melhorar o contorno ajuda bastante a entender o processo.
Um ponto que achei super relevante foi a discussão sobre a possível redução do volume final e como essa questão é sempre alinhada com a paciente, dando a ela a opção de preservar mais ou reduzir mais. É fundamental ter essa clareza e personalização no tratamento. Muito obrigado pelas informações!
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Ah, que legal ver que a mastopexia sem prótese é super possível, né? É bom demais ter essa opção pra quem quer dar um “up” mas sem colocar silicone. Gostei muito da parte que explica sobre o remodelamento glandular e a remoção de pele, e que a cicatriz em T invertido é o resultado. E bacana também avisar que rola uma redução no volume final, porque isso é algo que a gente precisa saber antes e ter em mente.
Acho super importante essa conversa de ajustar o volume com a paciente, pra ver se quer preservar mais ou reduzir mais, como o artigo menciona. O foco em elevar todo o complexo mamário junto com as aréolas é o que realmente faz a diferença pra muita gente, sabe? Entender que dá pra ter esse contorno e elevação sem a prótese muda bastante a perspectiva de quem busca essas opções! 👏
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Gente, que post importante pra esclarecer essa dúvida! O que eu acho mais legal é que o artigo deixa claro que dá pra fazer um “up” e melhorar o contorno usando o nosso próprio tecido mamário. É uma ótima notícia pra quem quer fugir da prótese, né? Mas é essencial entender que o procedimento, como o artigo descreve, envolve “remodelamento glandular e remoção de pele”, e isso tem implicações bem importantes no resultado final, além da cicatriz em T invertido.
A parte que me chama mais atenção é justamente o trade-off do volume. O artigo avisa que, ao remover o excesso de pele e redistribuir o volume pra levantar, “acabamos por reduzir um pouco o volume final”. Isso é crucial pra alinhar as expectativas da paciente! Se a pessoa quer levantar e *manter* ou até *aumentar* o tamanho, ela precisa ter em mente que talvez o lifting sem prótese não consiga o resultado completo. A escolha entre preservar ou reduzir mais o volume, como o post menciona, é o ponto-chave.
Por isso, o conselho de marcar uma consulta pra “avaliarmos as melhores possibilidades para o seu caso” é o mais valioso. Fica evidente que essa cirurgia não é um “tamanho único”, mas sim uma solução altamente personalizada, dependendo de quanto volume e pele a pessoa já tem pra trabalhar. É sobre otimizar o que já existe de forma natural, e não sobre adicionar algo novo pra compensar o caimento.
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Que notícia incrível, gente! Sempre pensei que para ter o peito durinho de novo só com prótese, mas esse artigo deixa claro que SIM, é super possível e com um resultado que foca na naturalidade! Ler sobre as técnicas de “remodelamento glandular e remoção de pele” e como isso pode “elevar todo complexo mamário junto com as aréolas” me deixou muito animada. É exatamente o que muitas de nós buscamos: melhorar o contorno e o caimento sem, necessariamente, adicionar volume extra.
Confesso que a ideia de “reduzir um pouco o volume final”, mencionada no texto, é até um ponto a mais para mim, já que meu interesse maior é justamente o lifting e não o aumento. A parte de poder discutir com a paciente se quer preservar mais ou reduzir mais o volume, como o texto ressalta, mostra uma personalização que é essencial e super valiosa para nós. Eu mesma já considerei alternativas, mas sempre com um pé atrás por não querer um volume maior. Essa opção é um verdadeiro divisor de águas para quem busca naturalidade e se sentir mais confiante com o próprio corpo!
Os exemplos utilizados facilitaram muito o entendimento.
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Achei muito interessante que a mastopexia sem prótese utilize o remodelamento glandular para redistribuir o volume. Contudo, fico me perguntando sobre a dinâmica entre “redistribuir o volume” e a observação de que *acabamos por reduzir um pouco o volume final*: seria possível preservar mais do volume original em alguns casos, ou essa redução é quase sempre inerente ao processo para se obter a elevação desejada? Além disso, seria interessante conhecer mais sobre a durabilidade desse “lifting” a longo prazo, sem o suporte adicional de implantes.
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O artigo aborda de forma concisa e esclarecedora a viabilidade da mastopexia sem próteses, detalhando as técnicas envolvidas. A descrição do “remodelamento glandular e remoção de pele”, com a resultante cicatriz em T invertido, ilustra o mecanismo pelo qual é possível “redistribuir o volume mamário, melhorar o contorno e elevar todo complexo”. É particularmente relevante a menção de que, embora haja uma tendência à redução do volume final, essa questão “é sempre discutida com a paciente”, permitindo um planejamento personalizado. Este ponto ressalta a importância de uma avaliação minuciosa e de um diálogo transparente para alinhar as expectativas em relação aos resultados estéticos e ao perfil de volume desejado.
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Agradeço pela explicação clara e objetiva!
O artigo apresenta de forma concisa uma temática de grande relevância na cirurgia plástica mamária: a mastopexia com a utilização exclusiva do tecido autólogo. A técnica descrita, que envolve o remodelamento glandular e a remoção de pele para redistribuir o volume existente, é fundamental para alcançar os resultados de elevação e contorno sem recorrer a implantes. É notável a clareza ao abordar o principal objetivo do procedimento, que é “elevar todo complexo mamário junto com as aréolas”, ressaltando a melhoria da forma e do posicionamento do tecido mamário.
É crucial a menção de que, como explicitado no texto, a remodelação com a retirada de volume excedente muitas vezes resulta em uma redução do volume final da mama. Este ponto ressalta a importância da discussão pré-operatória sobre a expectativa de volume da paciente, pois a preservação da projeção em mamas com grande flacidez pode ser um desafio complexo. A decisão entre “preservar mais ou reduzir mais o volume das mamas” é central para o sucesso e satisfação da paciente, e deve ser cuidadosamente ponderada em relação à qualidade do tecido glandular remanescente.
A abordagem de Lifting, como sugerida, demonstra ser uma alternativa valiosa para pacientes que buscam rejuvenescer a aparência mamária sem recorrer a implantes sintéticos, mas que aceitam as cicatrizes resultantes, como a de T invertido mencionada no texto. Para garantir resultados ótimos, a avaliação individualizada é imprescindível. Uma consulta detalhada permite analisar a densidade mamária, a elasticidade da pele e os objetivos da paciente, fornecendo uma base sólida para a escolha da técnica mais adequada.
Excelente! Conteúdo bem organizado.
Nossa, que post necessário para quem tem essa dúvida! O que mais me chamou a atenção, e me animou de verdade, foi a parte que explica que a mastopexia sem prótese redistribui o volume e eleva o complexo mamário. Eu sempre tive a impressão de que para ter um resultado bom, a prótese era obrigatória. A menção de que podemos “reduzir um pouco o volume final” para focar no “lifting” e no contorno é crucial, porque pra quem já passou por amamentação ou grandes oscilações de peso, o caimento é o maior problema, e não a falta de volume em si.
A ideia de usar o próprio tecido para criar esse “up” e ter um resultado mais natural é muito mais atraente do que focar em aumentar o tamanho. É um alívio saber que a conversa sobre “preservar mais ou reduzir mais o volume” é central, como o artigo menciona. Para muitas mulheres, o foco principal de uma mastopexia é justamente essa melhora no contorno e a elevação que o artigo descreve, e não o volume em si. Esse post mostra que dá pra ter um resultado excelente priorizando a forma sobre o volume.
Nota 10!
Sua opinião está muito alinhada com a minha.
Já estou aplicando essas orientações.
O artigo aborda de forma concisa e direta a viabilidade da mastopexia sem prótese, o que é fundamental para muitas pacientes que buscam um resultado natural e a elevação mamária. A menção das “técnicas de remodelamento glandular e remoção de pele” é precisa, pois a base do procedimento reside na reposição do tecido mamário autólogo e na ressecção do excesso cutâneo. O objetivo de “elevar todo complexo mamário junto com as aréolas” reflete a correção da ptose mamária, utilizando muitas vezes um pedículo de suporte para o complexo areolo-papilar (CAP), garantindo sua viabilidade e nova posição estética, simultaneamente com a melhoria do contorno geral.
A observação de que se pode “reduzir um pouco o volume final” é crucial e merece aprofundamento na discussão com a paciente. Essa redução de volume não se dá apenas pela remoção de pele, mas também pela redistribuição e, por vezes, pela ressecção de tecido glandular excedente, especialmente no polo inferior, que contribui significativamente para o caimento. A capacidade de “preservar mais ou reduzir mais o volume das mamas” demonstra a flexibilidade da técnica, onde a projeção e o preenchimento do polo superior são considerações chave. Quais os critérios técnicos que guiam essa decisão entre preservar ou reduzir, além da preferência da paciente? Existe um limite para a preservação de volume em casos de ptose mais avançada, sem comprometer a elevação e a estabilidade a longo prazo?
A cicatriz resultante em “T invertido” é um padrão clássico para ptoses moderadas a severas, permitindo o amplo acesso e a remoção necessária de pele para remodelar a mama de forma eficaz. Contudo, dependendo do grau de ptose e da elasticidade tecidual, outras incisões, como a periareolar ou a vertical, podem ser consideradas para minimizações cicatriciais. É importante salientar que, embora a mastopexia sem prótese ofereça um resultado muito natural, a manutenção da projeção e da forma ao longo do tempo depende da qualidade tecidual individual e da técnica empregada para o suporte do tecido mamário. Quais as estratégias para otimizar a durabilidade do resultado, considerando a inevitável ação da gravidade e o processo natural de envelhecimento tecidual?
Massa demais!
O artigo aborda um tópico central na cirurgia plástica mamária: a mastopexia autóloga, ou seja, sem a utilização de implantes. O sucesso desse procedimento reside na capacidade de utilizar o volume glandular existente para criar projeção e suporte, elevando o complexo areolopapilar. A técnica de “remodelamento glandular” mencionada é crucial, envolvendo o reposicionamento do parênquima mamário remanescente (por meio de pedículos ou flaps) para preencher o polo superior e conferir o contorno desejado. A citação sobre a “redução de pele” e a consequente “redução um pouco do volume final” aponta para o trade-off fundamental: para obter um lifting eficaz e duradouro em casos de ptose moderada a severa, é necessário remover o excesso de pele e, muitas vezes, parte do tecido glandular redundante que contribui para o caimento.
A escolha da cicatriz em T invertido (âncora) é a indicação clássica para readequar o envelope cutâneo em ptoses significativas (graus II e III), permitindo o reposicionamento da aréola e a redefinição do sulco inframamário. É importante ressaltar que a mastopexia sem implante é particularmente bem-sucedida em pacientes com volume mamário adequado (macromastia ou normomastia) e tecido glandular de boa qualidade. Em pacientes com volume inicial escasso ou atrofia glandular acentuada, a simples redistribuição do volume remanescente pode não ser suficiente para alcançar a projeção e o preenchimento desejados no polo superior a longo prazo. Nestes casos, a discussão sobre a associação com prótese torna-se relevante para otimizar o resultado estético.
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O artigo aborda de forma bastante elucidativa a viabilidade da mastopexia sem o uso de implantes, uma questão que frequentemente suscita dúvidas. A descrição das técnicas de remodelamento glandular e remoção de pele, resultando na conhecida cicatriz em T invertido, esclarece o caminho para a redistribuição do volume mamário, melhoria do contorno e, principalmente, a elevação do complexo mamário junto às aréolas.
É particularmente relevante a menção sobre a possibilidade de redução do volume final das mamas, dado que parte do volume com maior caimento é removido, além de expressiva remoção de pele. A ênfase na discussão prévia com a paciente, permitindo ajustar a preservação ou a redução do volume, é um aspecto fundamental que ressalta a personalização do procedimento e a importância do alinhamento das expectativas.
Diante das informações apresentadas, fica claro que a mastopexia sem prótese oferece uma alternativa significativa para pacientes que buscam aprimorar o contorno e a posição das mamas. A recomendação final de marcar uma consulta para avaliar as melhores possibilidades para cada caso reforça a natureza individualizada da cirurgia plástica e a indispensável orientação de um especialista para uma decisão informada.
Muito útil! Conteúdo valioso.
O artigo esclarece a viabilidade da mastopexia sem prótese, destacando o remodelamento glandular e a remoção de pele para elevar o complexo mamário. A eventual redução no volume final é um ponto chave, e a ênfase na discussão prévia com a paciente para preservar ou reduzir mais volume é essencial. Isso garante o alinhamento de expectativas e a personalização do resultado.
O presente artigo esclarece a viabilidade da mastopexia sem a necessidade de implantes protéticos, respondendo afirmativamente à questão inicial. É particularmente relevante a descrição das técnicas de “remodelamento glandular e remoção de pele” como meios eficazes para “redistribuir o volume mamário, melhorar o contorno e, principalmente, elevar todo o complexo mamário junto com as aréolas”. É, ademais, fundamental a ressalva de que, ao se remover volume com caimento mais acentuado e excesso de pele, há uma tendência de redução do volume final, um aspecto crucial a ser considerado pelas pacientes.
A ênfase na discussão pré-operatória com a paciente, concernente à possibilidade de preservar ou reduzir o volume das mamas, é um ponto que merece destaque. Tal abordagem sublinha o caráter personalizado e adaptável do procedimento, alinhando-o às expectativas individuais e à associação com o “Lifting”. Este detalhe é crucial, pois realça a capacidade da técnica de atender pacientes que desejam uma redefinição e elevação mamária a partir de seu volume natural, sem a inclusão de corpos estranhos. A clareza sobre os resultados possíveis, incluindo a nova silhueta e a cicatriz em T invertido, é vital para o alinhamento de expectativas. A consulta para avaliação, conforme sugerido, torna-se indispensável para determinar a melhor estratégia e assegurar um entendimento completo.
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É muito esclarecedor o artigo confirmar a viabilidade da mastopexia sem prótese, detalhando o remodelamento glandular e a remoção de pele. No entanto, a informação de que “acabamos por reduzir um pouco o volume final” me faz pensar sobre a universalidade dessa solução; para pacientes que desejam exclusivamente o levantamento sem qualquer perda de volume, ou até um preenchimento adicional, essa técnica sozinha supriria a expectativa? Além disso, a frase “associando o procedimento ao Lifting” soa um pouco redundante, já que a mastopexia em si já é um lift, talvez fosse interessante especificar a diferença ou o tipo de lifting a que se refere para um entendimento mais completo. É crucial que o resultado final realmente proporcione a “melhora do contorno” esperada, mesmo com a redução natural de volume.
A abordagem do tema foi muito interessante!
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O artigo apresenta a mastopexia sem prótese de forma bastante otimista, destacando o “remodelamento glandular” e a “redistribuição do volume” para alcançar o lift. No entanto, o ponto de que “acabamos por reduzir um pouco o volume final” é uma questão importante para a paciente que busca apenas a elevação e não a redução. Seria interessante detalhar o quão desafiador é de fato “preservar mais o volume das mamas” quando é necessário retirar tecido glandular para o remodelamento e, principalmente, remover pele suficiente para a cicatriz em “T invertido”. Muitas vezes, o que se busca é a elevação *com* manutenção do volume e da projeção, e esse tipo de técnica pode levar a um resultado mais “achatado” ou a uma redução maior do que a paciente inicialmente desejava.
É crucial ponderar também a durabilidade desse “lifting” sem o suporte adicional de um implante. A promessa de “elevar todo o complexo mamário” é atraente, mas a força da gravidade continua agindo sobre o tecido mamário remanescente. A longevidade do resultado é uma preocupação real para quem opta por essa cirurgia, especialmente em mamas com ptose severa ou volume considerável. A discussão sobre a possibilidade de preservar mais o volume, citada no texto, deve ser acompanhada de uma conversa clara sobre como isso afeta a firmeza e a projeção a longo prazo, e não apenas o resultado imediato.
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Gente, que maximo ler que a ‘Mastopexia sem protese e possivel’! Sempre sonhei com algo assim, mais natural, e essa ideia de remodelamento glandular e remocao de pele, que o artigo descreve, elevando ‘todo complexo mamario junto com as areolas’, me deixa super animada! Pra mim, o fato de poder redistribuir o volume e ate reduzir um pouco o volume final, como mencionado, e perfeito, ja que valorizo mais a firmeza e o contorno do que o tamanho. Com certeza essa informacao e um empurrao pra eu procurar saber mais e ate marcar uma consulta!
Ótimo conteúdo! 💯 Muito útil.
Nossa, que legal saber que a mastopexia sem prótese é super possível! 😮 Eu sempre achei que pra levantar o peito era quase obrigatório colocar silicone, mas pelo visto não, né? Essa parte de “remodelamento glandular e remoção de pele” pra redistribuir o volume e levantar tudo faz muito sentido, ainda mais pra quem busca um resultado mais natural. E achei massa eles ressaltarem que a paciente pode decidir se quer *preservar mais ou reduzir mais o volume final*, porque o importante é ficar feliz com o resultado, né? Boa pra quem busca um up sem necessariamente aumentar!
Post muito esclarecedor.